domingo, 6 de dezembro de 2009
MAIS UMA!
A Nova entrada é nada mais nada menos que uma pequena homenagem à série que é exibida no Cartoon Network: Star Wars: The Clone Wars
sábado, 5 de dezembro de 2009
NOVAS ENTRADAS!
Passei algumas horas fazendo as duas novas entradas para o blog!
A primeira clássica sempre existirá com Darth Vader, Imperador, Anakin Skywalker, Obi-Wan Kenobi e Mestre Yoda
e agora a segunda com Mace Windu, Luke Skywalker, Conde Dooku (ou Darth Tyranus) e Darth Maul.
E A Nova entrada que conta o desastre que aconteceu com Anakin, o levando ao Lado Sombrio e se tornando Darth Vader.
(CLIQUE NAS IMAGENS PARA AMPLIAR). Que A Força esteja com Vocês.
A primeira clássica sempre existirá com Darth Vader, Imperador, Anakin Skywalker, Obi-Wan Kenobi e Mestre Yoda
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sexta-feira, 6 de novembro de 2009
sábado, 31 de outubro de 2009
Star Wars Episódio I: A Ameaça Fantasma + Minha Análise
"Toda a saga tem um início." - Slogan
Star Wars Episódio I: A Ameaça Fantasma (Star Wars Episode I: The Phantom Menace)é um filme de 1999 escrito e dirigido por George Lucas. Foi o quarto filme da saga a ser lançado, embora seja o primeiro dos seis filmes na ordem cronológica.
O filme começa com dois Jedi principais da trama, Qui-Gon Jinn (Liam Neeson) e Obi-Wan Kenobi (Ewan McGregor), designados para solucionar uma disputa comercial como embaixadores, chegando à órbita do ameaçado planeta Naboo. Quando a situação se torna violenta, com o desembarque do exército de dróides da Federação de Comércio, os Jedi, juntamente com a rainha de Naboo, Padmé Amidala (Natalie Portman), fogem do planeta numa tentativa de chegar ao planeta capital da República, Coruscant. Lá, eles esperam encontrar uma solução pacífica para a disputa.
Durante o caminho, a nave em que viajam precisa parar no longínquo planeta Tatooine (ô saudade), para reparos. É lá que Qui-Gon descobre Anakin Skywalker (o desconhecido Jake Lloyd), um garoto escravo cuja ligação com a Força é incomumente forte.
Quando o grupo retorna a Naboo, eles percebem que a situação é pior do eles tinham previamente pensado: os terríveis Sith, antigos inimigos dos Jedi, haviam reaparecido. E com uma nova ameaça a ponto de devolver a Galáxia a época da escravidão a serviço dos Sith: Darth Maul, interpretado pelo Ray Park e dublado no inglês por Peter Serafinowicz.
É o ano de 32 ABY e uma disputa comercial entre a Federação de Comércio e o planeta Naboo levou à um bloqueio ao planeta. O Chanceler Finis Valorum da República Galáctica secretamente envia dois Cavaleiros Jedi,
Qui-Gon Jinn e Obi-Wan Kenobi, como embaixadores à nave-capitânea Saak'ak para encontrar com o Vice-rei da Federação de Comércio Nute Gunray, a fim de resolver a disputa. A mando do misterioso Darth Sidious (interpretado por ? hehe), com quem mantém relação secreta, a Federação de Comércio ordena a morte dos dois Jedi e inicia a Invasão a Naboo. Assim sendo, a nave dos embaixadores, a Radiant VII, é destruída. Qui-Gon e Obi-Wan escapam da tentativa de assassinato da Federação enfrentando dróides de batalha (Dróidkas ou Destróieres) mas se vêem obrigados a fugir para Naboo.
O submarino chega à superfície de Theed. Na superfície do planeta, os Jedi encontram o nativo local Jar Jar Binks que, após ter sua vida salva por Qui-Gon, os leva para Otoh Gunga, uma cidade Gungan debaixo d'água, para escapar do exército da Federação de Comércio. Enquanto isso, a Federação invade Naboo e captura a líder do planeta, Rainha Amidala. Os Jedi têm uma audiência com o líder Gungan, Rugor Nass, e pedem o apoio dos Gungans para ajudar as pessoas de Naboo. Nass não se mostra disposto a ajudar, contudo oferece um bongo (tipo de submarino) para que os Jedi cheguem à Theed. Ao chegarem à capital de Naboo, os Jedi, acompanhados de Jar Jar Binks, resgatam a Rainha Amidala do exército da Federação de Comércio. Eles planejam ir até Coruscant, o planeta capital da República Galáctica, para pedir ajuda ao Senado.
A nave da Rainha sofre danos graves ao tentar furar o bloqueio de naves da Federação de Comércio que orbita Naboo. No entanto um dróide chamado R2-D2 (ô saudade daqueles bipes e ruidos) heroicamente consegue fazer reparos suficientes, possibilitando a entrada no hiper-espaço. Ao saber da fuga, Darth Sidious envia seu aprendiz, Darth Maul, para matar os dois Jedi e capturar a Rainha.
Devido ao ataque, a nave é forçada a fazer escala no planeta deserto de Tatooine para reparos. Enquanto procuram pelas partes necessárias,
eles fazem amizade com o pequeno Anakin Skywalker (ou Darth Vader mais tarde), um garoto escravo, cujo mestre é Watto, um Toydariano dono de um ferro-velho. Anakin tem dons para pilotagem e mecânica. Ele até quase terminou de construir o famoso dróide protocolar C-3PO, terminado mais tarde. Qui-Gon Jinn sente uma forte presença da Força em Skywalker, e percebe que ele possa ser o Escolhido, que de acordo com a antiga profecia Jedi, aquele que for o escolhido destruirá os Sith e irá trazer equilíbrio à Força. Ao inscrever Anakin numa corrida de Pods (máquinas muito velozes, igual aos nossos carros de corrida), Qui-Gon faz uma aposta com Watto, na qual fica acertado que, caso o garoto vença a corrida, o toydariano concederia as peças necessárias para o conserto da nave e libertaria Anakin. Ao fim do dia, o jovem Skywalker havia ganhado a corrida de Sebulba, o melhor piloto de corrida de Tatooine, onde Watto apostou nele e perdeu. Anakin conquistou as peças da nave para seus novos amigos e conquistado sua liberdade. Qui-Gon conversa com a mãe de Anakin sobre as habilidades do garoto, e ela acaba por autorizar que o filho vá para Coruscant, para ser apresentado ao Conselho Jedi.
Enquanto o grupo se prepara para sair do planeta, Darth Maul aparece e tem seu primeiro encontro com Qui-Gon Jinn. Após um breve embate, Qui-Gon embarca na nave segue para Coruscant, deixando um irado Sith para trás.
O Conselho Jedi avalia Anakin em Coruscant, Qui-Gon Jinn informa ao Conselho Jedi sobre o misterioso ataque sofrido por ele em Tatooine. Devido ao fato do atacante ter profundos conhecimento da Força, o Conselho teme que esse acontecimento indique o reaparecimento dos Sith, uma ordem de seguidores do Lado Negro da Força que todos pensavam haver se extinguido há tempos.
Qui-Gon também relata ao Conselho o encontro com Anakin, na esperança que este seja aceito para o treinamento Jedi. Após os testes com o garoto e deliberações a respeito, o Conselho nega permissão para treinamento alegando que, de acordo com o Código Jedi, Anakin é muito velho para ser treinado. A decisão também levou em consideração a forte presença de medo no garoto. Enquanto isso é discutido no Templo Jedi, Palpatine, o senador de Naboo usa a situação da Rainha Amidala a seu favor, persuadindo-a a pedir um Voto de Desconfiança no Chanceler Valorum. Sem ver nenhuma outra alternativa e, dada sua frustração com a falta de atitude so Senado, a Rainha decide retornar ao seu planeta natal para repelir a invasão ao lado de seu povo. Os dois Jedi são designados para acompanhar a Rainha de volta para Naboo, tanto para protegê-la como para tentar obter mais informações sobre o possível envolvimento dos Sith.
De volta em Naboo, Rainha Amidala consegue convencer os Gungans a formarem uma aliança e lutarem juntos contra a Federação de Comércio. Os Gungans conseguem defender-se da artilharia dos dróides usando o escudo de tecnologia gungan. Porém os dróides de batalha entram em ação e começam a subjugar os gungans. A derrota para a aliança parece iminente.
Mas a vitória é conseguida quando pequeno Skywalker acidentalmente pilota um caça em meio a batalha na órbita de Naboo e destrói a Nave de Comando dos Dróides da Federação, desativando o exército de dróides. Enquanto isso, Rainha Amidala e sua força invadem o palácio e capturam Nute Gunray.
Adivinhem quem apareceu: Darth Maul, com seu famoso Sabre-de-Luz Duplo. Durante a luta, Obi-Wan acaba se separando de seu mestre pelo campo de força na entrada da sala de geradores. Jinn e o Sith continuam sua batalha observados por Obi-Wan. Em meio ao confronto, Maul atinge Qui-Gon Jinn no rosto e, aproveitando o atordoamento de seu adversário, acerta-o no peito com o sabre de luz, ferindo-o mortalmente. Obi-Wan luta com Darth Maul vigorosamente, consguindo, inclusive, partir o sabre-duplo de Maul ao meio. O Sith obtém vantagem jogando o padawan no fosso da sala de geradores. Obi-Wan escapa da queda segurando-se na beira do fosso.
Darth Maul chuta o sabre de luz do Jedi no fosso e prepara-se para executá-lo. O Padawan se utiliza da Força ára pular fora do fosso ao mesmo tempo que conjura o sabre de luz de seu mestre. Ao pousar atrás do surpreso Sith, Obi-Wan ativa o sabre em suas mãos e corta ao meio Darth Maul, cujo cadáver decepado cai dentro do fosso. Pouco antes de falecer, Qui-Gon pede que Obi-Wan treine Anakin e faça dele um Jedi. Após a batalha, na qual derrotou sozinho um Sith, o Conselho Jedi nomeou Obi-Wan como um Cavaleiro Jedi. Kenobi informa para Yoda (ô saudade) sobre o pedido de Qui-Gon acerca do jovem Skywalker. O Mestre Jedi relutantemente o permite treinar o garoto. Durante a cerimônia de cremação do corpo de Qui-Gon Jinn, Mace Windu (Samuel L. Jackson) e Yoda (Frank Oz.) concordam que o incidente foi definitivamente causado pelos Sith. Sabendo que sempre há somente dois Sith (um Mestre e um aprendiz), os dois Mestres Jedi acreditam que ainda há um outro Sith a ser descoberto.
Palpatine, o recém-eleito novo Chanceler, chega à Naboo para parabenizar a Rainha Amidala em sua vitória contra a Federação, enquanto Nute Gunray é mandado para ser sentenciado por seus crimes.
O Episódio I termina como todos os outros: Uma boa trilha sonora do cara da trilha sonora, John Williams, uma grande celebração em Theed pela liberação da Federação de Comércio e pela união entre os povos de Naboo. Rainha Amidala presenteia Chefe Nass a fim de simbolizar a estima e amizade resultantes da união.
Minha Avaliação: Eu sou um super fanático de Star Wars. Adorei a trilogia original e quando anunciaram a chegada do "início" da série, fiquei mais feliz que pinto no lixo! He, he. Assisti a Star Wars Episodio I: A Ameaça Fantasma com o maior
entusiasmo que um fanático poderia ter. Ao assistir, não achei mais tão maravilhoso. O Filme decepciona em muitos aspectos, entre elea a criação da federação que é um bando de burocratas (?). O Q Isso tem a ver com Star Wars? Ao vermos o primeiro filme (o original) ele continha uma história mais simples apenas sobre um simples fazendeiro que encontrou 2 andróides muito especiais e quer seguir o caminho do falecido pai, ser um Cavaleiro Jedi. O Que burocracia e federação de comércio tem a ver com a história de um fazendeiro? Esse é o segundo defeito do filme, pq o primeiro é um simples personagem que estragou muita coisa: Jar Jar Binks. Ele é ridiculo. São apenas esses dois os defeitos do filme. Ótimo elenco, efeitos especiais arrasadores para a época e personagens bem construidos (McGregor é identico a Alec Guiness). O Filme no fundo é muito bom e os aspectos positivos são maiores que os negativos. Vários fãs se decepcionaram mas nada que os empeça de ver como essa saga se continua com os Episodios II e III. Muitas perguntas ainda estavam no ar e todos teriam que ser pacientes para a chegada de um novo episodio. E Que tenha mais ação, uma historia mais simples e um adeus a Jar Jar Binks. Por que apesar de tudo, de todas as quedas de Star Wars Episodio I: A Ameaça Fantasma, eu ainda estava com a Força. E Vocês?
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
DESCULPAS
Peço desculpas sobre minha última postagem. é sobre a guerra dos Clones, eu coloquei: Primeira foto, vários clones etc, quando na verdade ela é a segunda foto e e a de Jango Fett é a primeira. um erro meu. peço desculpas, ok?
The Clone Wars (A Guerra dos Clones ou Guerras Clônicas)

Você já imaginou como seria uma guerra intergaláctica ocorrendo por todo o mundo (neste caso, a galáxia)? Não? Star Wars Episodio II: Ataque dos Clones (em Português Portugal, apenas a mudança do subtítitulo para O Ataque dos Clones) apresenta o inícios das Guerras Clônicas na Galáxia que já havia sido mencionada por Obi-Wan Kenobi (Alec Guiness), pergunta feita por Luke Skywalker (Mark Hamill) em Tatoinne. Mas o que são as Guerras Clônicas, quem a venceu e quem são os CLONES?
Vamos contar tudo. O Mestre Jedi Obi-Wan Kenobi, na época do Episodio II mais jovem do que sua primeira aparição, descobre um planeta escondido na Galáxia chamado Kamino, além da Orla Exterior - Domínios da República, onde em alguns casos é comandado por contrabandistas - , onde não consta nos Arquivos Jedi. Vários Dróuds deste planeta aquático, estavam construindo secretamente um grande exército de clones, segundo eles autorizado pelo mestre Jedi Zaifo Vias, falecido já há 10 anos. Segundo o primeiro ministro de Kamino, Lama Su, este exército foi um pedido do Jedi morto há mais de 10 anos, um pedido de uma construção de um exercito de Clones para a República secretamente. Obi-Wan examina todos os clones, desde a criação até quando já estão bem preparados para uma boa briga.
De acordo com Lama Su, o verdadeiro indivíduo original é um caçador de recompensas chamado Jango Fett - em breve teremos um wiki sobre ele - que optou disponibilizar sua imagem para a criação de seus clones e blá, blá, blá.... Estamos falando sobre A Guerra dos Clones não Jango Fett.
A Guerra dos Clones simplismente se iniciou por que a Federação de Comércio atacava muito a República e ela deveria ser iniciada imediatamente.

Agora, a parte mais triste do Clone Wars: De quem foi a vitória? Isso se revela no Episódio III, mas nós já sabiamos de quem seria, se você já assistiu os Episódios IV, V e VI (não estranhem). Foi óbvio dos: CLONES! Não entendeu? Foram os Clones que venceram, mas não a República ou os Jedi. Quando a República foi finalmente destruída e tomada por o IMPÉRIO GALÁCTICO, o Maléfilo Imperador manda uma mensagem para os Clones executarem a Ordem 66 - em breve, um wiki dele - onde pedia para exterminar todos os Jedi. Sacaram?
IMAGENS: Primeira foto mostra vários tipos de clones troopers.
Segunda foto faz uma caricatura de Jango Fett com sua famosa armadura.
Star Wars WikiBlog
Há muito tempo em uma Galáxia muito, muito distante....
Em 1977, O Mundo recebeu a obra prima de George Lucas, os cinemas lotaram e ele foi o filme mais popular do ano ganhando 7 Oscars da Academia. Star Wars conta a história do jovem Darth Vader, aprendiz do misterioso Obi-Wan Kenobi. Um jovem fazendeiro chamado Luke Skywalker (Mark Hamill) mora com os tios no Sistema de Tatooine, onde tem uma vida pacata e simples. Tudo muda com a chegada de dois andróides: Um andróide protocolar com medo da própria sombra (C-3PO, o incrível papél de Anthony Daniels) e um dróide astro-mecânico R2-D2 (O Grande Pequeno Kenny Baker), uma devoção para um dróide. Luke descobre que deve salvar uma princesa, Léia Organa (Carrie Fisher), e com toda a ajuda de Obi-Wan (Alec Guiness), o velho mencionado inicialmente e o austucioso Han Solo (Indiana Jones, Blade Runner ou Harrison Ford), piloto da Millenium Falcon, com seu fiél parceiro Wookie Chewbacca.
Eles devem enfrentar o Império Galáctico, que derrubou uma ordem chamada de Cavaleiro Jedi da Galáxia, até a extinção. Sem esquecer o braço direito do Imperador, O Lorde do mal, Darth Vader, antes era um Cavaleiro Jedi, aprendiz de Obi-Wan, mas se voltou ao Lado Sombrio da Força. A Força é um exemplo de poder que Jedi e Sith (o Império antes de nascer) poderiam dominar. O Poder da Força é um campo de energia que penetra no corpo de alguns, com a possibilidade de levitar objetos ou penetrar em mentes fracas.
Lucas não sabia que Star Wars seria melhor recebido que seu filme anterior, American Graffitti, e o filme gerou polêmica por o filme em 1997 alterar o nome de Star Wars para Star Wars Episódio IV: Uma Nova Esperança. O Filme em 1980 tinha gerado a continuação com melhores efeitos especiais denominado de The Empire Strikes Back, em 1997 alterado para Star Wars Episódio V: O Império Contra-Ataca. Em 1983, a saga recebe o seu capítulo final em ordem cronológica, Return of the Jedi, em 1997 renomeado para Star Wars Episódio VI: O Retorno de Jedi. Em 1999, Star Wars teve finalmente a estreia do seu primeiro episódio em ordem cronológica, Star Wars Episódio I: A Ameaça Fantasma, em 2002, Star Wars Episódio II: Ataque dos Clones e em 2005, a saga se completa finalizando a passagem de Darth Vader (ou seu "eu" antes nos Jedi, Anakin Skywalker) para o lado Sombrio, Star Wars Episódio III: A Vingança dos Sith.
Ainda hoje, a história das Guerras Clônicas, e mais sobre Star Wars WikiBlog, a enciclópedia sobre Guerra nas Estrelas no Blogspot.
Em 1977, O Mundo recebeu a obra prima de George Lucas, os cinemas lotaram e ele foi o filme mais popular do ano ganhando 7 Oscars da Academia. Star Wars conta a história do jovem Darth Vader, aprendiz do misterioso Obi-Wan Kenobi. Um jovem fazendeiro chamado Luke Skywalker (Mark Hamill) mora com os tios no Sistema de Tatooine, onde tem uma vida pacata e simples. Tudo muda com a chegada de dois andróides: Um andróide protocolar com medo da própria sombra (C-3PO, o incrível papél de Anthony Daniels) e um dróide astro-mecânico R2-D2 (O Grande Pequeno Kenny Baker), uma devoção para um dróide. Luke descobre que deve salvar uma princesa, Léia Organa (Carrie Fisher), e com toda a ajuda de Obi-Wan (Alec Guiness), o velho mencionado inicialmente e o austucioso Han Solo (Indiana Jones, Blade Runner ou Harrison Ford), piloto da Millenium Falcon, com seu fiél parceiro Wookie Chewbacca.
Eles devem enfrentar o Império Galáctico, que derrubou uma ordem chamada de Cavaleiro Jedi da Galáxia, até a extinção. Sem esquecer o braço direito do Imperador, O Lorde do mal, Darth Vader, antes era um Cavaleiro Jedi, aprendiz de Obi-Wan, mas se voltou ao Lado Sombrio da Força. A Força é um exemplo de poder que Jedi e Sith (o Império antes de nascer) poderiam dominar. O Poder da Força é um campo de energia que penetra no corpo de alguns, com a possibilidade de levitar objetos ou penetrar em mentes fracas.
Lucas não sabia que Star Wars seria melhor recebido que seu filme anterior, American Graffitti, e o filme gerou polêmica por o filme em 1997 alterar o nome de Star Wars para Star Wars Episódio IV: Uma Nova Esperança. O Filme em 1980 tinha gerado a continuação com melhores efeitos especiais denominado de The Empire Strikes Back, em 1997 alterado para Star Wars Episódio V: O Império Contra-Ataca. Em 1983, a saga recebe o seu capítulo final em ordem cronológica, Return of the Jedi, em 1997 renomeado para Star Wars Episódio VI: O Retorno de Jedi. Em 1999, Star Wars teve finalmente a estreia do seu primeiro episódio em ordem cronológica, Star Wars Episódio I: A Ameaça Fantasma, em 2002, Star Wars Episódio II: Ataque dos Clones e em 2005, a saga se completa finalizando a passagem de Darth Vader (ou seu "eu" antes nos Jedi, Anakin Skywalker) para o lado Sombrio, Star Wars Episódio III: A Vingança dos Sith.
Ainda hoje, a história das Guerras Clônicas, e mais sobre Star Wars WikiBlog, a enciclópedia sobre Guerra nas Estrelas no Blogspot.
Meio Ambiente
Todos sabem que o mundo está acabando por conta do meio ambiente. É Triste a história da nossa Galáxia. A Nossa é bem diferente de uma Galáxia Muito Muito Distante.... aqui vai um texto sobre o meio ambiente.
O meio ambiente muitas coisas tem para oferecer,
mas se não cuidarmos muitas coisas podem acontecer,
tsunames ou furacões podem aparecer, vamos cuidar para isso não acontecer.Todos juntos podemos ajudar, uma solução encontrar.Fiquem de olho aberto o meio ambiente pode atacar,
e para isso a solução na nossa frete esta; todos de mãos dadas vamos ajudar, porque o meio ambiente pode acabar. Lixo do chão ou no mar não podemos jogar;
homens cortam árvores, as mulheres poluem o mar,
e as crianças indefesas tentam acabar com a poluição em todo lugar.
Se as crianças podem fazer isso todos podemos ajudar, com a poluição acabar, a solução é essa: reciclar e cuidar. O meio ambiente perdido podemos restaurar porque o tempo vai passar. Pense todos os dias no que acabamos de falar, porque isso pode com certeza ajudar.
Alunas: Naiara(10 anos) e Maria Vitória (9 anos)
O meio ambiente muitas coisas tem para oferecer,
mas se não cuidarmos muitas coisas podem acontecer,
tsunames ou furacões podem aparecer, vamos cuidar para isso não acontecer.Todos juntos podemos ajudar, uma solução encontrar.Fiquem de olho aberto o meio ambiente pode atacar,
e para isso a solução na nossa frete esta; todos de mãos dadas vamos ajudar, porque o meio ambiente pode acabar. Lixo do chão ou no mar não podemos jogar;
homens cortam árvores, as mulheres poluem o mar,
e as crianças indefesas tentam acabar com a poluição em todo lugar.
Se as crianças podem fazer isso todos podemos ajudar, com a poluição acabar, a solução é essa: reciclar e cuidar. O meio ambiente perdido podemos restaurar porque o tempo vai passar. Pense todos os dias no que acabamos de falar, porque isso pode com certeza ajudar.
Alunas: Naiara(10 anos) e Maria Vitória (9 anos)
Nova Ortografia
O objetivo deste guia é expor ao leitor, de maneira objetiva, as alterações introduzidas na ortografia da língua portuguesa pelo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, assinado em Lisboa, em 16 de dezembro de 1990, por Portugal, Brasil, Angola, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e, posteriormente, por Timor Leste. No Brasil, o Acordo foi aprovado pelo Decreto Legislativo no 54, de 18 de abril de 1995. Esse Acordo é meramente ortográfico; portanto, restringe-se à língua escrita, não afetando nenhum aspecto da língua falada. Ele não elimina todas as diferenças ortográficas observadas nos países que têm a língua portuguesa como idioma oficial, mas é um passo em direção à pretendida unificação ortográfica desses países. Como o documento oficial do Acordo não é claro em vários aspectos, elaboramos um roteiro com o que foi possível estabelecer objetivamente sobre as novas regras. Esperamos que este guia sirva de orientação básica para aqueles que desejam resolver rapidamente suas dúvidas sobre as mudanças introduzidas na ortografia brasileira, sem preocupação com questões teóricas. Mudanças no alfabeto O alfabeto passa a ter 26 letras. Foram reintroduzidas as letras k, w e y. O alfabeto completo passa a ser:
A B C D E F G H I JK L M N O P Q R ST U V W X Y Z As letras k, w e y, que na verdade não tinham desaparecido da maioria dos dicionários da nossa língua, são usadas em várias situações. Por exemplo:a) na escrita de símbolos de unidades de medida: km (quilômetro), kg (quilograma), W (watt);b) na escrita de palavras e nomes estrangeiros (e seus derivados): show, playboy, playground, windsurf, kung fu, yin, yang, William, kaiser, Kafka, kafkiano. Trema Não se usa mais o trema (¨), sinal colocado sobre a letra u para indicar que ela deve ser pronunciada nos grupos gue, gui, que, qui.
Como era
Como fica
agüentar
aguentar
argüir
arguir
bilíngüe
bilíngue
cinqüenta
cinquenta
delinqüente
delinquente
eloqüente
eloquente
ensangüentado
ensanguentado
eqüestre
equestre
freqüente
frequente
lingüeta
lingueta
lingüiça
linguiça
qüinqüênio
quinquênio
sagüi
sagui
seqüência
sequência
seqüestro
sequestro
tranqüilo
tranquiloAtenção: o trema permanece apenas nas palavras estrangeiras e em suas derivadas. Exemplos: Müller, mülleriano. Mudanças nas regras de acentuação 1. Não se usa mais o acento dos ditongos abertos éi e ói das palavras paroxítonas (palavras que têm acento tônico na penúltima sílaba).
Como era
Como fica
alcalóide
alcaloide
alcatéia
alcateia
andróide
androide
apóia
(verbo apoiar) apoia
apóio
(verbo apoiar) apoio
asteróide
asteroide
bóia
boia
celulóide
celuloide
clarabóia
claraboia
colméia
colmeia
Coréia
Coreia
debilóide
debiloide
epopéia
epopeia
estóico
estoico
estréia
estreia
estréio (verbo estrear)
estreio
geléia
geleia
heróico
heroico
idéia
ideia
jibóia
jiboia
jóia
joia
odisséia
odisseia
paranóia
paranoia
paranóico
paranoico
platéia
plateia
tramóia
tramoiaAtenção: essa regra é válida somente para palavras paroxítonas. Assim, continuam a ser acentuadas as palavras oxítonas terminadas em éis, éu, éus, ói, óis. Exemplos: papéis, herói, heróis, troféu, troféus. 2. Nas palavras paroxítonas, não se usa mais o acento no i e no u tônicos quando vierem depois de um ditongo.
Como era
Como fica
baiúca
baiuca
bocaiúva
bocaiuva
cauíla
cauila
feiúra
feiuraAtenção: se a palavra for oxítona e o i ou o u estiverem em posição final (ou seguidos de s), o acento permanece. Exemplos: tuiuiú, tuiuiús, Piauí. 3. Não se usa mais o acento das palavras terminadas em êem e ôo(s).
Como era
Como fica
abençôo
abençoo
crêem (verbo crer)
creem
dêem (verbo dar)
deem
dôo (verbo doar)
doo
enjôo
enjoo
lêem (verbo ler)
leem
magôo (verbo magoar)
magoo
perdôo (verbo perdoar)
perdoo
povôo (verbo povoar)
povoo
vêem (verbo ver)
veem
vôos
voos
zôo
zoo4. Não se usa mais o acento que diferenciava os pares pára/para, péla(s)/pela(s), pêlo(s)/pelo(s), pólo(s)/polo(s) e pêra/pera.
Como era
Como fica
Ele pára o carro.
Ele para o carro.
Ele foi ao pólo Norte.
Ele foi ao polo Norte.
Ele gosta de jogar pólo.
Ele gosta de jogar polo.
Esse gato tem pêlos brancos.
Esse gato tem pelos brancos.
Comi uma pêra.
Comi uma pera.Atenção:- Permanece o acento diferencial em pôde/pode. Pôde é a forma do passado do verbo poder (pretérito perfeito do indicativo), na 3a pessoa do singular. Pode é a forma do presente do indicativo, na 3a pessoa do singular. Exemplo: Ontem, ele não pôde sair mais cedo, mas hoje ele pode. - Permanece o acento diferencial em pôr/por. Pôr é verbo. Por é preposição. Exemplo: Vou pôr o livro na estante que foi feita por mim. - Permanecem os acentos que diferenciam o singular do plural dos verbos ter e vir, assim como de seus derivados (manter, deter, reter, conter, convir, intervir, advir etc.). Exemplos:Ele tem dois carros. / Eles têm dois carros.Ele vem de Sorocaba. / Eles vêm de Sorocaba.Ele mantém a palavra. / Eles mantêm a palavra.Ele convém aos estudantes. / Eles convêm aos estudantes.Ele detém o poder. / Eles detêm o poder.Ele intervém em todas as aulas. / Eles intervêm em todas as aulas. - É facultativo o uso do acento circunflexo para diferenciar as palavras forma/fôrma. Em alguns casos, o uso do acento deixa a frase mais clara. Veja este exemplo: Qual é a forma da fôrma do bolo? 5. Não se usa mais o acento agudo no u tônico das formas (tu) arguis, (ele) argui, (eles) arguem, do presente do indicativo dos verbos arguir e redarguir.6. Há uma variação na pronúncia dos verbos terminados em guar, quar e quir, como aguar, averiguar, apaziguar, desaguar, enxaguar, obliquar, delinquir etc. Esses verbos admitem duas pronúncias em algumas formas do presente do indicativo, do presente do subjuntivo e também do imperativo. Veja: a) se forem pronunciadas com a ou i tônicos, essas formas devem ser acentuadas. Exemplos:verbo enxaguar: enxáguo, enxáguas, enxágua, enxáguam; enxágue, enxágues, enxáguem. verbo delinquir: delínquo, delínques, delínque, delínquem; delínqua, delínquas, delínquam. b) se forem pronunciadas com u tônico, essas formas deixam de ser acentuadas. Exemplos (a vogal sublinhada é tônica, isto é, deve ser pronunciada mais fortemente que as outras):verbo enxaguar: enxaguo, enxaguas, enxagua, enxaguam; enxague, enxagues, enxaguem. verbo delinquir: delinquo, delinques, delinque, delinquem; delinqua, delinquas, delinquam. Atenção: no Brasil, a pronúncia mais corrente é a primeira, aquela com a e i tônicos. Uso do hífen Algumas regras do uso do hífen foram alteradas pelo novo Acordo. Mas, como se trata ainda de matéria controvertida em muitos aspectos, para facilitar a compreensão dos leitores, apresentamos um resumo das regras que orientam o uso do hífen com os prefixos mais comuns, assim como as novas orientações estabelecidas pelo Acordo.As observações a seguir referem-se ao uso do hífen em palavras formadas por prefixos ou por elementos que podem funcionar como prefixos, como: aero, agro, além, ante, anti, aquém, arqui, auto, circum, co, contra, eletro, entre, ex, extra, geo, hidro, hiper, infra, inter, intra, macro, micro, mini, multi, neo, pan, pluri, proto, pós, pré, pró, pseudo, retro, semi, sobre, sub, super, supra, tele, ultra, vice etc. 1. Com prefixos, usa-se sempre o hífen diante de palavra iniciada por h. Exemplos: anti-higiênicoanti-históricoco-herdeiromacro-históriamini-hotelproto-históriasobre-humanosuper-homemultra-humanoExceção: subumano (nesse caso, a palavra humano perde o h). 2. Não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal diferente da vogal com que se inicia o segundo elemento. Exemplos: aeroespacialagroindustrialanteontemantiaéreoantieducativoautoaprendizagemautoescolaautoestradaautoinstruçãocoautorcoediçãoextraescolarinfraestruturaplurianualsemiabertosemianalfabetosemiesféricosemiopacoExceção: o prefixo co aglutina-se em geral com o segundo elemento, mesmo quando este se inicia por o: coobrigar, coobrigação, coordenar, cooperar, cooperação, cooptar, coocupante etc. 3. Não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por consoante diferente de r ou s. Exemplos: anteprojeto antipedagógicoautopeçaautoproteçãocoproduçãogeopolíticamicrocomputadorpseudoprofessorsemicírculosemideusseminovoultramodernoAtenção: com o prefixo vice, usa-se sempre o hífen. Exemplos: vice-rei, vice-almirante etc. 4. Não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por r ou s. Nesse caso, duplicam-se essas letras. Exemplos:antirrábicoantirracismoantirreligiosoantirrugasantissocialbiorritmocontrarregracontrassensocossenoinfrassommicrossistemaminissaiamultissecularneorrealismoneossimbolistasemirretaultrarresistenteultrassom 5. Quando o prefixo termina por vogal, usa-se o hífen se o segundo elemento começar pela mesma vogal. Exemplos:anti-ibéricoanti-imperialistaanti-inflacionárioanti-inflamatórioauto-observaçãocontra-almirantecontra-atacarcontra-ataquemicro-ondasmicro-ônibussemi-internatosemi-interno 6. Quando o prefixo termina por consoante, usa-se o hífen se o segundo elemento começar pela mesma consoante. Exemplos:hiper-requintadointer-racialinter-regionalsub-bibliotecáriosuper-racistasuper-reacionáriosuper-resistentesuper-romântico Atenção:- Nos demais casos não se usa o hífen.Exemplos: hipermercado, intermunicipal, superinteressante, superproteção.- Com o prefixo sub, usa-se o hífen também diante de palavra iniciada por r: sub-região, sub-raça etc.- Com os prefixos circum e pan, usa-se o hífen diante de palavra iniciada por m, n e vogal: circum-navegação, pan-americano etc. 7. Quando o prefixo termina por consoante, não se usa o hífen se o segundo elemento começar por vogal. Exemplos:hiperacidezhiperativointerescolarinterestadualinterestelarinterestudantilsuperamigosuperaquecimentosupereconômicosuperexigentesuperinteressantesuperotimismo 8. Com os prefixos ex, sem, além, aquém, recém, pós, pré, pró, usa-se sempre o hífen. Exemplos:além-maralém-túmuloaquém-marex-alunoex-diretorex-hospedeiroex-prefeitoex-presidentepós-graduaçãopré-históriapré-vestibularpró-europeurecém-casado recém-nascidosem-terra 9. Deve-se usar o hífen com os sufixos de origem tupi-guarani: açu, guaçu e mirim. Exemplos: amoré-guaçu, anajá-mirim, capim-açu. 10. Deve-se usar o hífen para ligar duas ou mais palavras que ocasionalmente se combinam, formando não propriamente vocábulos, mas encadeamentos vocabulares. Exemplos: ponte Rio-Niterói, eixo Rio-São Paulo. 11. Não se deve usar o hífen em certas palavras que perderam a noção de composição. Exemplos:girassolmadressilvamandachuvaparaquedasparaquedistapontapé 12. Para clareza gráfica, se no final da linha a partição de uma palavra ou combinação de palavras coincidir com o hífen, ele deve ser repetido na linha seguinte. Exemplos: Na cidade, conta--se que ele foi viajar.O diretor recebeu os ex--alunos. Resumo - Emprego do hífen com prefixos Regra básicaSempre se usa o hífen diante de h: anti-higiênico, super-homem. Outros casos1. Prefixo terminado em vogal:- Sem hífen diante de vogal diferente: autoescola, antiaéreo.- Sem hífen diante de consoante diferente de r e s: anteprojeto, semicírculo.- Sem hífen diante de r e s Dobram-se essas letras: antirracismo, antissocial, ultrassom.- Com hífen diante de mesma vogal: contra-ataque, micro-ondas. 2. Prefixo terminado em consoante:- Com hífen diante de mesma consoante: inter-regional, sub-bibliotecário.- Sem hífen diante de consoante diferente: intermunicipal, supersônico.- Sem hífen diante de vogal: interestadual, superinteressante.Observações1. Com o prefixo sub, usa-se o hífen também diante de palavra iniciada por r sub-região, sub-raça etc. Palavras iniciadas por h perdem essa letra e juntam-se sem hífen: subumano, subumanidade.2. Com os prefixos circum e pan, usa-se o hífen diante de palavra iniciada por m, n e vogal: circum-navegação, pan-americano etc. 3 O prefixo co aglutina-se em geral com o segundo elemento, mesmo quando este se inicia por o: coobrigação, coordenar, cooperar, cooperação, cooptar, coocupante etc.4. Com o prefixo vice, usa-se sempre o hífen: vice-rei, vice-almirante etc. 5. Não se deve usar o hífen em certas palavras que perderam a noção de composição, como girassol, madressilva, mandachuva, pontapé, paraquedas, paraquedista etc.6. Com os prefixos ex, sem, além, aquém, recém, pós, pré, pró, usa-se sempre o hífen: ex-aluno, sem-terra, além-mar, aquém-mar, recém-casado, pós-graduação, pré-vestibular, pró-europeu.
A B C D E F G H I JK L M N O P Q R ST U V W X Y Z As letras k, w e y, que na verdade não tinham desaparecido da maioria dos dicionários da nossa língua, são usadas em várias situações. Por exemplo:a) na escrita de símbolos de unidades de medida: km (quilômetro), kg (quilograma), W (watt);b) na escrita de palavras e nomes estrangeiros (e seus derivados): show, playboy, playground, windsurf, kung fu, yin, yang, William, kaiser, Kafka, kafkiano. Trema Não se usa mais o trema (¨), sinal colocado sobre a letra u para indicar que ela deve ser pronunciada nos grupos gue, gui, que, qui.
Como era
Como fica
agüentar
aguentar
argüir
arguir
bilíngüe
bilíngue
cinqüenta
cinquenta
delinqüente
delinquente
eloqüente
eloquente
ensangüentado
ensanguentado
eqüestre
equestre
freqüente
frequente
lingüeta
lingueta
lingüiça
linguiça
qüinqüênio
quinquênio
sagüi
sagui
seqüência
sequência
seqüestro
sequestro
tranqüilo
tranquiloAtenção: o trema permanece apenas nas palavras estrangeiras e em suas derivadas. Exemplos: Müller, mülleriano. Mudanças nas regras de acentuação 1. Não se usa mais o acento dos ditongos abertos éi e ói das palavras paroxítonas (palavras que têm acento tônico na penúltima sílaba).
Como era
Como fica
alcalóide
alcaloide
alcatéia
alcateia
andróide
androide
apóia
(verbo apoiar) apoia
apóio
(verbo apoiar) apoio
asteróide
asteroide
bóia
boia
celulóide
celuloide
clarabóia
claraboia
colméia
colmeia
Coréia
Coreia
debilóide
debiloide
epopéia
epopeia
estóico
estoico
estréia
estreia
estréio (verbo estrear)
estreio
geléia
geleia
heróico
heroico
idéia
ideia
jibóia
jiboia
jóia
joia
odisséia
odisseia
paranóia
paranoia
paranóico
paranoico
platéia
plateia
tramóia
tramoiaAtenção: essa regra é válida somente para palavras paroxítonas. Assim, continuam a ser acentuadas as palavras oxítonas terminadas em éis, éu, éus, ói, óis. Exemplos: papéis, herói, heróis, troféu, troféus. 2. Nas palavras paroxítonas, não se usa mais o acento no i e no u tônicos quando vierem depois de um ditongo.
Como era
Como fica
baiúca
baiuca
bocaiúva
bocaiuva
cauíla
cauila
feiúra
feiuraAtenção: se a palavra for oxítona e o i ou o u estiverem em posição final (ou seguidos de s), o acento permanece. Exemplos: tuiuiú, tuiuiús, Piauí. 3. Não se usa mais o acento das palavras terminadas em êem e ôo(s).
Como era
Como fica
abençôo
abençoo
crêem (verbo crer)
creem
dêem (verbo dar)
deem
dôo (verbo doar)
doo
enjôo
enjoo
lêem (verbo ler)
leem
magôo (verbo magoar)
magoo
perdôo (verbo perdoar)
perdoo
povôo (verbo povoar)
povoo
vêem (verbo ver)
veem
vôos
voos
zôo
zoo4. Não se usa mais o acento que diferenciava os pares pára/para, péla(s)/pela(s), pêlo(s)/pelo(s), pólo(s)/polo(s) e pêra/pera.
Como era
Como fica
Ele pára o carro.
Ele para o carro.
Ele foi ao pólo Norte.
Ele foi ao polo Norte.
Ele gosta de jogar pólo.
Ele gosta de jogar polo.
Esse gato tem pêlos brancos.
Esse gato tem pelos brancos.
Comi uma pêra.
Comi uma pera.Atenção:- Permanece o acento diferencial em pôde/pode. Pôde é a forma do passado do verbo poder (pretérito perfeito do indicativo), na 3a pessoa do singular. Pode é a forma do presente do indicativo, na 3a pessoa do singular. Exemplo: Ontem, ele não pôde sair mais cedo, mas hoje ele pode. - Permanece o acento diferencial em pôr/por. Pôr é verbo. Por é preposição. Exemplo: Vou pôr o livro na estante que foi feita por mim. - Permanecem os acentos que diferenciam o singular do plural dos verbos ter e vir, assim como de seus derivados (manter, deter, reter, conter, convir, intervir, advir etc.). Exemplos:Ele tem dois carros. / Eles têm dois carros.Ele vem de Sorocaba. / Eles vêm de Sorocaba.Ele mantém a palavra. / Eles mantêm a palavra.Ele convém aos estudantes. / Eles convêm aos estudantes.Ele detém o poder. / Eles detêm o poder.Ele intervém em todas as aulas. / Eles intervêm em todas as aulas. - É facultativo o uso do acento circunflexo para diferenciar as palavras forma/fôrma. Em alguns casos, o uso do acento deixa a frase mais clara. Veja este exemplo: Qual é a forma da fôrma do bolo? 5. Não se usa mais o acento agudo no u tônico das formas (tu) arguis, (ele) argui, (eles) arguem, do presente do indicativo dos verbos arguir e redarguir.6. Há uma variação na pronúncia dos verbos terminados em guar, quar e quir, como aguar, averiguar, apaziguar, desaguar, enxaguar, obliquar, delinquir etc. Esses verbos admitem duas pronúncias em algumas formas do presente do indicativo, do presente do subjuntivo e também do imperativo. Veja: a) se forem pronunciadas com a ou i tônicos, essas formas devem ser acentuadas. Exemplos:verbo enxaguar: enxáguo, enxáguas, enxágua, enxáguam; enxágue, enxágues, enxáguem. verbo delinquir: delínquo, delínques, delínque, delínquem; delínqua, delínquas, delínquam. b) se forem pronunciadas com u tônico, essas formas deixam de ser acentuadas. Exemplos (a vogal sublinhada é tônica, isto é, deve ser pronunciada mais fortemente que as outras):verbo enxaguar: enxaguo, enxaguas, enxagua, enxaguam; enxague, enxagues, enxaguem. verbo delinquir: delinquo, delinques, delinque, delinquem; delinqua, delinquas, delinquam. Atenção: no Brasil, a pronúncia mais corrente é a primeira, aquela com a e i tônicos. Uso do hífen Algumas regras do uso do hífen foram alteradas pelo novo Acordo. Mas, como se trata ainda de matéria controvertida em muitos aspectos, para facilitar a compreensão dos leitores, apresentamos um resumo das regras que orientam o uso do hífen com os prefixos mais comuns, assim como as novas orientações estabelecidas pelo Acordo.As observações a seguir referem-se ao uso do hífen em palavras formadas por prefixos ou por elementos que podem funcionar como prefixos, como: aero, agro, além, ante, anti, aquém, arqui, auto, circum, co, contra, eletro, entre, ex, extra, geo, hidro, hiper, infra, inter, intra, macro, micro, mini, multi, neo, pan, pluri, proto, pós, pré, pró, pseudo, retro, semi, sobre, sub, super, supra, tele, ultra, vice etc. 1. Com prefixos, usa-se sempre o hífen diante de palavra iniciada por h. Exemplos: anti-higiênicoanti-históricoco-herdeiromacro-históriamini-hotelproto-históriasobre-humanosuper-homemultra-humanoExceção: subumano (nesse caso, a palavra humano perde o h). 2. Não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal diferente da vogal com que se inicia o segundo elemento. Exemplos: aeroespacialagroindustrialanteontemantiaéreoantieducativoautoaprendizagemautoescolaautoestradaautoinstruçãocoautorcoediçãoextraescolarinfraestruturaplurianualsemiabertosemianalfabetosemiesféricosemiopacoExceção: o prefixo co aglutina-se em geral com o segundo elemento, mesmo quando este se inicia por o: coobrigar, coobrigação, coordenar, cooperar, cooperação, cooptar, coocupante etc. 3. Não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por consoante diferente de r ou s. Exemplos: anteprojeto antipedagógicoautopeçaautoproteçãocoproduçãogeopolíticamicrocomputadorpseudoprofessorsemicírculosemideusseminovoultramodernoAtenção: com o prefixo vice, usa-se sempre o hífen. Exemplos: vice-rei, vice-almirante etc. 4. Não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por r ou s. Nesse caso, duplicam-se essas letras. Exemplos:antirrábicoantirracismoantirreligiosoantirrugasantissocialbiorritmocontrarregracontrassensocossenoinfrassommicrossistemaminissaiamultissecularneorrealismoneossimbolistasemirretaultrarresistenteultrassom 5. Quando o prefixo termina por vogal, usa-se o hífen se o segundo elemento começar pela mesma vogal. Exemplos:anti-ibéricoanti-imperialistaanti-inflacionárioanti-inflamatórioauto-observaçãocontra-almirantecontra-atacarcontra-ataquemicro-ondasmicro-ônibussemi-internatosemi-interno 6. Quando o prefixo termina por consoante, usa-se o hífen se o segundo elemento começar pela mesma consoante. Exemplos:hiper-requintadointer-racialinter-regionalsub-bibliotecáriosuper-racistasuper-reacionáriosuper-resistentesuper-romântico Atenção:- Nos demais casos não se usa o hífen.Exemplos: hipermercado, intermunicipal, superinteressante, superproteção.- Com o prefixo sub, usa-se o hífen também diante de palavra iniciada por r: sub-região, sub-raça etc.- Com os prefixos circum e pan, usa-se o hífen diante de palavra iniciada por m, n e vogal: circum-navegação, pan-americano etc. 7. Quando o prefixo termina por consoante, não se usa o hífen se o segundo elemento começar por vogal. Exemplos:hiperacidezhiperativointerescolarinterestadualinterestelarinterestudantilsuperamigosuperaquecimentosupereconômicosuperexigentesuperinteressantesuperotimismo 8. Com os prefixos ex, sem, além, aquém, recém, pós, pré, pró, usa-se sempre o hífen. Exemplos:além-maralém-túmuloaquém-marex-alunoex-diretorex-hospedeiroex-prefeitoex-presidentepós-graduaçãopré-históriapré-vestibularpró-europeurecém-casado recém-nascidosem-terra 9. Deve-se usar o hífen com os sufixos de origem tupi-guarani: açu, guaçu e mirim. Exemplos: amoré-guaçu, anajá-mirim, capim-açu. 10. Deve-se usar o hífen para ligar duas ou mais palavras que ocasionalmente se combinam, formando não propriamente vocábulos, mas encadeamentos vocabulares. Exemplos: ponte Rio-Niterói, eixo Rio-São Paulo. 11. Não se deve usar o hífen em certas palavras que perderam a noção de composição. Exemplos:girassolmadressilvamandachuvaparaquedasparaquedistapontapé 12. Para clareza gráfica, se no final da linha a partição de uma palavra ou combinação de palavras coincidir com o hífen, ele deve ser repetido na linha seguinte. Exemplos: Na cidade, conta--se que ele foi viajar.O diretor recebeu os ex--alunos. Resumo - Emprego do hífen com prefixos Regra básicaSempre se usa o hífen diante de h: anti-higiênico, super-homem. Outros casos1. Prefixo terminado em vogal:- Sem hífen diante de vogal diferente: autoescola, antiaéreo.- Sem hífen diante de consoante diferente de r e s: anteprojeto, semicírculo.- Sem hífen diante de r e s Dobram-se essas letras: antirracismo, antissocial, ultrassom.- Com hífen diante de mesma vogal: contra-ataque, micro-ondas. 2. Prefixo terminado em consoante:- Com hífen diante de mesma consoante: inter-regional, sub-bibliotecário.- Sem hífen diante de consoante diferente: intermunicipal, supersônico.- Sem hífen diante de vogal: interestadual, superinteressante.Observações1. Com o prefixo sub, usa-se o hífen também diante de palavra iniciada por r sub-região, sub-raça etc. Palavras iniciadas por h perdem essa letra e juntam-se sem hífen: subumano, subumanidade.2. Com os prefixos circum e pan, usa-se o hífen diante de palavra iniciada por m, n e vogal: circum-navegação, pan-americano etc. 3 O prefixo co aglutina-se em geral com o segundo elemento, mesmo quando este se inicia por o: coobrigação, coordenar, cooperar, cooperação, cooptar, coocupante etc.4. Com o prefixo vice, usa-se sempre o hífen: vice-rei, vice-almirante etc. 5. Não se deve usar o hífen em certas palavras que perderam a noção de composição, como girassol, madressilva, mandachuva, pontapé, paraquedas, paraquedista etc.6. Com os prefixos ex, sem, além, aquém, recém, pós, pré, pró, usa-se sempre o hífen: ex-aluno, sem-terra, além-mar, aquém-mar, recém-casado, pós-graduação, pré-vestibular, pró-europeu.
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